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TCE-RN: IVAN JÚNIOR É MULTADO EM R$ 55,6 MIL POR CONTA DE IRREGULARIDADES

IVAN55

Por conta de uma série de irregularidades descobertas pela área técnica do Tribunal de Contas do Estado do RN (TCE/RN), em Natal, quando da apreciação da prestação de contas da gestão correspondente ao exercício de 2010, o prefeito do Assú, Ivan Lopes Júnior (PROS), foi condenado ao pagamento de multas que somam R$ 55,6 mil.

A matéria, a qual diz respeito o Acórdão nº 16/2015, versou sobre a análise da gestão fiscal, em sessão ocorrida dia 22 de janeiro corrente no TCE, sob a relatoria da conselheira Maria Adélia Sales.

Em seu parecer a relatora detectou as seguintes falhas: ausência de publicação dos RGFs e RREOs; e, falha no preenchimento do SIAI.

Em face das irregularidades caracterizadas, Maria Adélia opinou pela desaprovação do processo e aplicação de multas ao gestor municipal, posição que foi seguida pelos demais conselheiros do TCE/RN à unanimidade de votos.

Ivan Júnior foi punido com as seguintes sanções financeiras: R$ 48,6 mil referente a não publicação do RGF, relativo ao 1º semestre de 2010; R$ 2 mil pela ausência de divulgação dos RREOs do 1º e 2º bimestres de 2010; R$ 4 mil pelo preenchimento incorreto dos Anexos 07, 16, 23 e 28 do SIAI; e, R$ 1 mil pela não consolidação das contas relativas ao 6.º bimestre dos poderes Executivo e Legislativo.

A decisão do TCE contém a seguinte observação: “frise-se que o presente julgamento, por se tratar de feito que apura tão-somente a responsabilidade do gestor ante o atraso do envio de documentação a esta Corte, não configura ato doloso de improbidade administrativa ao que se refere o art. 1, inciso I, alínea “g”, da Lei Complementar nº 64/90”.

É ressaltado também que “as multas deverão ser recolhidas à conta do FRAP, nº 60.000-8, Agência 3795-8, do Banco do Brasil, após o trânsito em julgado da decisão, sob pena de execução na forma do art. 118 da Lei Complementar nº 464/12”.

Na sessão plenária do dia 22 deste mês compareceram os conselheiros Antônio Gilberto de Oliveira Jales, presidente, e Maria Adélia Sales.

Presentes ainda o auditor Marco Antônio de Moraes Rêgo Montenegro, e o representante do Ministério Público junto ao TCE, procurador Othon Moreno de Medeiros Alves.

Postado por Lúcio Flávio

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