Arquivo de julho 15th, 2010


PROGRAMA REGIStrando PEDE ORIENTAÇÃO A JUSTIÇA ELEITORAL

ATRAVÉS DO CHEFE DO CARTÓRIO DA 29° ZONA ELEITORAL, ARTUR NASCIMENTO DA COSTA, A PRODUÇÃO DO PROGRAMA REGIStrando, SOLICITOU UMA AUDIÊNCIA COM A JUÍZA Dra. SUZANA PAULA, A QUAL FOI MARCADA  PARA A PRÓXIMA QUARTA-FEIRA (21) ÀS 14:00h, AFIM DE DIRIMIR DÚVIDAS SOBRE DO QUE SERÁ O PROCEDIMENTO DOS CONVIDADOS DO PROGRAMA, DURANTE A QUARENTENA ELEITORAL.

A SOLICITAÇÃO  TAMBÉM FOI FEITA A PROMOTORA Dra. FERNANDA BEZERRA.

AINDA AGUARDAMOS CONFIRMAÇÃO.

REGIStrando

PREFEITO REUNIRÁ EQUIPE PARA RECOMENDAR EMPENHO EM AÇÕES PRÓ-SELO UNICEF

O prefeito Ivan Lopes Júnior vai solicitar mais engajamento de todo o seu quadro de auxiliares de primeiro escalão e demais escalões no sentido de que o município obtenha a habilitação necessária para concorrer à premiação do Projeto selo Unicef Município Aprovado, edição 2011/2012. Com este objetivo o prefeito reunirá o secretariado no próximo dia 21 de julho (quarta-feira), às 16h, no auditório da Floresta Nacional (Flona) local.

 “A conquista do Selo Unicef passa necessariamente pela integração e envolvimento de todo o conjunto da administração para que as metas possam ser atingidas”, observou a diretora de Articulação do Selo Unicef, Marícia Morais Gurjão. O encontro do prefeito e os auxiliares se insere dentro da preparação para o 1º Fórum Comunitário do Selo Unicef que, em Assú, será realizado dia 11 de agosto, no anfiteatro do Campus Avançado Prefeito Walter de Sá Leitão, da Uern.

Propagação

Marícia Gurjão adiantou que um dos estágios mais importantes do processo preparatório do Fórum é a sua divulgação na mídia local. Ela defendeu que este trabalho seja massificado em emissoras de TV e rádio, jornais, revistas, murais, carros de som, faixas, cartazes e todos os demais meios de comunicação. “Essa divulgação é fundamental para garantir a pluralidade dos participantes do Fórum”, justificou. Já está sendo trabalho um encontro com representantes da imprensa local com este propósito.

Articuladora do Selo Unicef destacou importância de ampla participação

Além disso, conforme a diretora, o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) e a Comissão Municipal Pró-Selo Unicef devem mobilizar pessoas de diferentes grupos étnicos, da sede, distritos, povoados e vilas do município, de assentamentos rurais e demais comunidades. As pessoas e/ou entidades com trabalho reconhecido nas áreas de promoção, garantia e defesa dos direitos de crianças e adolescentes podem ser chamadas diretamente, por meio de convite remetido pelo CMDCA. O 1º Fórum acontecerá dia 11 de agosto e o 2º Fórum está previsto para o segundo semestre de 2012.

Fonte: Secretaria de Comunicação/Lúcio Flavio

PORTAL DA TRANSPARÊNCIA DO RN FICA EM 23º

O portal da Transparência do Rio Grande do Norte é o 23º no ranking dos sites, criados para detalhar o destino do dinheiro público, dos governos federal e estaduais. O portal do RN ficou com nota 3,82, numa escala que vai até 10. O levantamento foi feita pela Associação Contas Abertas. O site mantido pelo governo potiguar (http://arquivos.tribunadonorte.com.br/fotos/62676.jpg” align=”left”>Segundo a análise, em “usabilidade” o portal do Governo do Rio Grande do Norte obteve  54,4% da pontuação máxima. De acordo com a Associação, o portal mantido pelo Governo do RN permite pouca interação, limitando-se a disponibilizar apenas o “Fale Conosco” por telefone e por e-mail, “deixando de apresentar Manual de Navegação, Glossário e Perguntas Frequentes”. O levantamento aponta também que o portal não tem a opção de download completo do banco de dados.

No quesito “série histórica e frequência de atualização” o portal obteve 75% da pontuação máxima. Ele atualiza a despesa diariamente. Mas, em contrapartida, as informações são disponibilizadas apenas a partir de 2010.

A menor pontuação do site de Transparência do Governo potiguar está no quesito “conteúdo” (24,8% da pontuação máxima). “O portal não apresenta informações básicas exigidas para as Notas de Empenho. Não é possível identificar, por exemplo, o que será comprado e o preço unitário. O site também não oferece a etapa seguinte a Notas de Empenho, que são as ordens bancárias”, diz o relatório da Associação Contas Abertas.

Ainda de acordo com o documento, no site não há ferramenta de busca individual ou lista completa de beneficiários do pagamento. Outra falha apontada é que o site não permite conhecer os gastos dos programas de um órgão ou mesmo relacionar um programa a um determinado órgão.

A nota 3,82 recebida pelo portal da Transparência do Governo do Rio Grande do Norte está abaixo da média nacional que foi de 4,98, índice considerado baixo pela Associação.

“Os Estados brasileiros ainda não permitem à sociedade a fiscalização adequada dos gastos públicos”, avalia o secretário-geral da ONG Contas Abertas, Gil Castello Branco. Ele ressalva que o índice de transparência apontado pelo Contas Abertas não mensura a probidade administrativa, nem a eficiência na alocação de recursos públicos. De acordo com ele, no entanto, quanto mais transparente for o site, maior o poder de fiscalização da sociedade.

A Lei Complementar 131 estabelece o prazo de quatro anos para que a União, Estados e Municípios disponibilizem na internet informações pormenorizadas, em tempo real, sobre a execução orçamentária e financeira. A lei foi regulamentada em maio deste ano.

Metade dos portais fica com notas inferiores a 5

Um mês e meio depois da entrada em vigor da exigência de detalharem o destino do dinheiro público na internet, os Estados exibiram média inferior a cinco na primeira edição do “Índice da Transparência”, lançado ontem, em Brasília, em evento na sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). O índice foi criado pela Associação Contas Abertas e por um grupo de especialistas em contas públicas. A média geral foi de 4,98. “Se a transparência fosse um aluno, ela não teria passado de ano”, comentou o secretário-geral da Contas Abertas, Gil Castello Branco.

Desde 28 de maio, a União, os Estados e municípios com mais de 100 mil habitantes são obrigados a lançar informações sobre os gastos públicos na internet. A lei prevê o corte de transferências voluntárias de verbas da União em caso de descumprimento da exigência.

Em agosto, será divulgado o índice de transparência das capitais de Estados e, em outubro, saem as notas dos demais municípios mais populosos. A ideia do índice é estimular a competição entre Estados e municípios por maior transparência.

O índice é composto com 110 itens que avaliam o conteúdo das informações lançadas nos endereços eletrônicos, a frequência da atualização dos dados e os formatos de consultas.

Na primeira avaliação dos sites dos Estados, São Paulo foi o mais bem classificado, com nota pouco inferior a 7 (6,96), na frente de Pernambuco, Rio Grande do Sul, Paraná e Minas Gerais . Os cinco Estados mais mal avaliados foram Piauí, Roraima, Rio Grande do Norte, Bahia e Acre.

O portal do governo federal foi o mais bem avaliado, com nota 7,56, maior do que a de São Paulo. Um dos pontos criticados do portal da transparência, administrado pela Controladoria Geral da União, foi a não divulgação dos salários dos funcionários públicos e ocupantes de cargos de confiança no governo federal.

Todos os governadores foram informados previamente da metodologia do ranking da transparência e alguns, como São Paulo, aperfeiçoaram seus sites antes da avaliação.

A lista completa do ranking do Índice de Transparência e as análises detalhadas sobre cada site dos governos estaduais e do portal do Executivo Federal estão disponíveis no endereço www.indicedetransparencia.org.br.

Portal passa por ajustes, informa secretário

O secretário de Planejamento e Finanças do Estado, Nelson Tavares, afirmou ontem que a avaliação do “Portal da Transparência” do RN abaixo da média nacional e numa das últimas colocações do ranking  divulgado pela Organização Não Governamental Contas Abertas se deve ao fato do site estar passando por ajustes técnicos.

“Por questões de prazos legais, tivemos que lançar o portal antes de concluirmos alguns procedimentos que julgamos necessários” destacou o secretário de Planejamento e Finanças.

A assessoria da Secretaria de Planejamento informou que entre estes ajustes estão detalhes que permitirão ao Portal da Transparência do Rio Grande do Norte ser “linkado on line ao sistema que gerencia receitas e despesas do Estado”.

Com isso, informou a Secretaria, “a ideia é que o Portal tenha atualização em tempo real e dados de total confiabilidade”. De acordo com o secretário, os ajustes devem ficar prontos até dezembro.

Comitê define parâmetros de avaliação

O Índice de Transparência está baseado em parâmetros definidos por um comitê formado por oito integrantes – professores, técnicos e jornalistas. “A lei obriga a publicação, mas isso não significa necessariamente transparência, pois o site pode ter uma linguagem propositalmente hermética. Queremos saber se as informações isponíveis permitem, de fato, o acompanhamento das contas públicas por parte da sociedade”, explica  Gil Castello Branco, secretário-geral do Contas Abertas.

Um dos integrantes do Comitê de Transparência, o cientista político e professor da UnB Ricardo Caldas destacou a importância do índice no combate à corrupção. “A corrupção mata, destrói a cidadania. Não é a toa que há uma relação entre altos índices de corrupção e baixos Índices de Desenvolvimento Humano”, afirmou. Composto por três subnotas que avaliam o conteúdo, a frequência de atualização e a série histórica disponível no site, mais a usabilidade (facilidade de navegação), o índice será atualizado periodicamente.
Fonte: Tribuna do Norte

COMENTARIOS…

FHC e SERRA não informa seus gastos , Governo LULA mostra no portal da transparência todos os gastos …. o PIB vai crescer 7% ao ano ….. a pobreza diminui … isso é o GOVERNO LULA .

Enquanto em 2001 e 2002 os gastos do governo federal com suprimento de fundos (que envolvem o uso dos cartões corporativos e as chamadas contas tipo B) foram de R$ 213,6 milhões e R$ 233,2 milhões respectivamente, a partir de 2003 esse tipo de gasto foi significativamente reduzido, mantendo-se, nos últimos cinco anos, a média anual de R$ 143,5 milhões.

Em 2003 as despesas com suprimento de fundos foram de R$ 145,1 milhões; em 2004 de R$ 145,9 milhões: em 2005 de R$ 125,4 milhões; no ano seguinte de R$ 127,1 milhões. No ano passado, em decorrência de algumas excepcionalidades, chegaram a R$ 176,9 milhões, ainda assim muito longe dos gastos registrados em 2001 e 2002.

O crescimento dessas despesas em 2007 deveu-se à realização de dois censos pelo IBGE (censo agropecuário e contagem da população nos pequenos e médios municípios), às ações de inteligência da Abin visando a segurança durante os jogos Pan-americanos e a intensificação das operações especiais da Polícia Federal.

Nesses três órgãos, a soma das despesas pagas com o uso dos cartões chegou, em 2007, a R$ 41,4 milhões e representou 82,4% de todo o aumento de gastos do governo federal pagos com os cartões durante o ano. As informações estão disponíveis no Siafi e no Portal da Transparência, este último implantado a partir de 2004.

Situações como essas do IBGE, do PAN e da PF explicam não só o crescimento do uso do cartão, como também a expansão do volume de saques, em vez do faturamento direto, já que se trata da realização de despesas em áreas rurais e de pequenas comunidades onde não funcionam as redes afiliadas aos cartões eletrônicos, ou, no caso do PAN e da PF, de movimentação necessariamente sigilosa de agentes da Abin e outros órgãos de inteligência e segurança.

Ao divulgar essas informações, o secretário executivo da Controladoria-Geral da União, Luiz Navarro, informou que o cartão de pagamento foi instituído no final de 2001. Segundo ele o crescimento do uso do cartão é uma política de governo, que vem sendo intencionalmente estimulada em substituição às contas tipo B, em que o funcionário recebe o suprimento, deposita no banco e vai emitindo cheques.

“O cartão é um instrumento mais moderno, que permite melhor controle do que o velho talonário de cheques”, disse ele, acrescentando que “o aumento das despesas pagas com o uso do cartão nos últimos anos acontece, na grande maioria dos casos, simultaneamente a uma redução no volume de pagamentos feitos pelo sistema antigo (tipo B) e corresponde à gradativa migração de um sistema para o outro.”

No entendimento da CGU, a utilização do cartão eletrônico em lugar das tradicionais contas com talão de cheque é muito positiva na medida em que facilita o controle tanto pelo próprio gestor sobre os funcionários que efetuam os pagamentos das pequenas despesas e dos gastos em viagens, como pela Controladoria, por meio dos extratos eletrônicos emitidos pela administradora do Banco do Brasil.

O que deve ser observada é a preferência pela compra direta mediante faturamento e a limitação dos saques em dinheiro para os casos em que isso seja inevitável, como os revelados acima e outros órgãos que operam em zonas rurais, como o Ibama, o Incra, a Funai; e dos que têm de fazer deslocamentos constantes e sigilosos como a Polícia Federal e a Abin.

A CGU e o Ministério do Planejamento (órgão competente para disciplinar a matéria) vêm estudando formas de estabelecer limites para os saques em espécie, sabendo, entretanto, que isso não pode ser feito de forma linear, mas observando-se o perfil de cada órgão e contemplando-se as excepcionalidades, como as já citadas.

Importante observar que a despesa total com cartão corporativo situa-se entre 0,002% e 0,004% da despesa total do Poder Executivo. “Quanto às despesas sigilosas”, lembra o secretário executivo da CGU, “além de representarem uma pequena porcentagem do total, elas são previstas em lei há muito anos, não sendo criação do atual governo, nem particularidade do Brasil, pois existem em qualquer país do mundo”.

Por fim, diz ele, “cabe lembrar que a imprensa e, por meio dela, a sociedade hoje podem acompanhar fácil e completamente tudo isso graças à política de transparência pública adotada pelo atual governo – por exemplo, por meio do Portal da Transparência. Até 2004 essa possibilidade simplesmente inexistia”,

nogueira@assunet.com.br
NOGUEIRA